terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Milionário se livra de acusação de estupro dizendo que penetrou jovem 'por acidente'

Ehsan Abdulaziz, 46 anos, disse que penetrou pênis na jovem depois de escorregar e cair sobre a garota

Um milionário saudita foi inocentado de uma acusação de estupro ao alegar que penetrou jovem de 18 anos acidentalmente. Ehsan Abdulaziz, 46 anos, disse que penetrou pênis na jovem depois de escorregar e cair sobre a garota.
Ehsan foi denunciado forçar sexo com jovem enquanto ela dormia em um sofá no flat do milionário, em Londres, depois de beber uma grande quantidade de álcool.
Milionário se livra de acusação de estupro dizendo que penetrou jovem 'por acidente'
(Foto: Reprodução)
Segundo o jornal Daily Mail, o milionário alegou que havia feito sexo com uma outra mulher, de 24 anos, e, depois de se levantar para se vestir, caiu sobre a jovem e a penetrou acidentalmente. Ele foi inocentado da acusação de estupro.
Ehsan disse que convidou a garota e os amigos para uma festa privada em seu apartamento depois de beberem em uma boate. O milionário ainda ofereceu carona ao grupo em um luxuoso carro. 
No apartamento, o milionário teria oferecido vodka às jovens antes de ir para o quarto com a jovem de 24 anos. A garota de 18 disse que, quando acordou na manhã seguinte, viu Abdulaziz em cima dela, forçando a penetração.
No júri, a jovem alegou que perguntou o que o milionário estava fazendo, e ele teria respondido que estava tudo bem, indicando que a amiga dormia no quarto. A jovem, que não teve o nome divulgado, tentou acordar a amiga, mas, assustada, fugiu do apartamento.

Disponível em:Da Redação (redacao@correio24horas.com.br) - 16/12/2015 15:56:24

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Brechas em sites do Bradesco e do Banco do Brasil expõem milhões de clientes

Segurança só para os Bancos, já os clientes...




26/08/2013-03h30
De Yuri Gonzaga de São Paulo
 
Os problemas foram descobertos pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, 21, que os demonstrou à Folha após ter sido ignorado pelas empresas. "Ao Moip, à Boa Vista e ao Bradesco, relatei as questões há cerca de um ano."
"Descobri o erro do Banco do Brasil no dia 8, mesma data de quando avisei a empresa por meio do SAC, mas fui ignorado. Decidi, então, verificar as outras falhas, e elas ainda existiam", conta.
A seção de seguros residenciais da agência virtual do Banco do Brasil permitia, até a quinta-feira passada, que qualquer pessoa com acesso à área (cliente segurado pelo banco ou em posse desses dados) visualizasse CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta de outro segurado, por meio de uma simples alteração no código, que pode ser visualizado com qualquer navegador moderno --não demanda ferramenta ou conhecimento avançados.
Segundo Santiago, o número de clientes do Banco do Brasil que foram expostos pelo erro é de 1,85 milhão, estimativa com base na sequência do código dos documentos disponíveis durante pelo menos duas semanas.
Contatada pela Folha na quinta, a companhia solucionou a falha no mesmo dia.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil disse que "o problema não teve associação com qualquer tipo de transação financeira" e que, por isso, "não trouxe risco para os clientes."
Um grande número de boletos bancários gerados pelo Bradesco está visível e expõe informações de clientes do banco, como CPF, nome, endereço, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento em questão.
Consultada, a companhia disse que esse sistema "é utilizado há mais de dez anos e o banco nunca registrou fraude ou problema de clientes."
A brecha permite que os documentos sejam encontrados até por meio de uma pesquisa no Google e consiste em uma URL aberta (um link de internet desprotegido). Falha semelhante foi verificada no site do Moip, que presta serviços de pagamento on-line para diversas empresas, e permitia ver o mesmo tipo de dado.
O link desprotegido, que é hospedado pelo Moip, continua disponível, mas a empresa diz não ter responsabilidade sobre ele. "As URLs dos boletos em questão foram disponibilizadas pelos próprios vendedores em seus sites."
Em sua página, a companhia diz processar 300 mil transações virtuais por mês.

DÉBITO À VISTA
A seção de consulta a débitos do site da Boa Vista serviços, responsável pelo SCPC, permitia até a quinta passada (quando o erro foi corrigido, após o contato) que fossem visualizadas as dívidas relacionadas a um CPF. Segundo a empresa, cerca de 2,5 milhões de pessoas estão catalogadas no sistema.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/08/1331286-brechas-em-sites-do-bradesco-e-do-banco-do-brasil-expoem-milhoes.shtml

sábado, 20 de julho de 2013

Milionária vai à falência e diz estar mais feliz agora

Callie Rogers tinha 16 anos quando ganhou um prêmio milionário da loteria. Na época, ela embolsou 1,9 milhão de libras (cerca de R$ 6,5 milhões). Hoje, aos 26 anos, Callie tem apenas 2.000 libras (cerca de R$ 6.800) numa conta bancária. O que aconteceu com o dinheiro em dez anos? A jovem inglesa gastou a grana com festas, viagens, drogas, presentes e tratamento estético. Depois dessa experiência, ela diz estar mais feliz hoje.
"Era dinheiro demais para alguém tão jovem. Mesmo se você disser que sua vida não vai mudar, ela muda, e às vezes não para melhor. Eu fiquei perto de quebrar, mas agora estou mais forte", disse ao tabloide britânico Dail Mail. "A pressão estoura e viver uma vida de festas se foi. E eu prefiro assim", completou.
Na época do prêmio, Callie vivia com seus padastros e ganhava 3,60 libras por hora (cerca de R$ 12) como atendente em uma cooperativa. Semanas depois, ela estava vivendo com Nicky Lawson, pai do filho mais velho de Callie, em uma casa de 180 mil libras (cerca de R$ 610 mil). Ao longo de seu relacionamento, ela diz ter torrado 260 mil libras (R$ 846 mil) em cocaína.
Ela também abandonou emprego, esbanjou com roupas de grife, presentes para seus pais biológicos e viagens.
Por outro lado, o dinheiro deixou uma sensação de vulnerabilidade e solidão que fez Callie tentar suicídio.
Hoje, aos 26 anos, ela estuda para ser enfermeira e busca promoções na Tesco, uma popular rede de varejo britânica. O máximo que ela se permite esbanjar é em entrega de pratos prontos em uma sexta-feira à noite.
Callie vive em uma casa de três quartos de 80 mil libras (cerca de R$ 271 mil) , trabalha duas vezes por semana como cuidadora de idosos e se prepara para estudar enfermagem.
"Eu tento esquecer os altos e baixos pelo qual eu passei e apenas tento me ver como uma pessoa normal", diz.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2013/07/18/eike-batista-ficadica--milionaria-vai-a-falencia-e-diz-estar-mais-feliz-agora.htm. Acesso em: 130720

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Cardeal de NY transferiu US$ 57 milhões para fugir de processos de abusos

Em 2007, o então arcebispo de Milwaukee Timothy Dolan, escondeu bens em fundo para cemitérios

Pedido ao Vaticano foi feito quando a arquidiocese se preparava para pedir falência em meio a dezenas de queixas de abuso sexual

 MILWAUKEE, EUA — Quando era arcebispo de Milwaukee, em 2007, Timothy Dolan, atual cardeal de Nova York, pediu e recebeu permissão do Vaticano para transferir US$ 57 milhões para um fundo para cemitérios para garantir “uma melhor proteção” do dinheiro a ações judiciais, de acordo com documentos divulgados publicamente nesta segunda-feira.

O pedido de Dolan foi feito quando a arquidiocese de Milwaukee se preparava para pedir falência em meio a dezenas de queixas de vítimas de abuso sexual por parte de membros do clero. Na carta de junho de 2007, escrita pelo então arcebispo de Milwaukee, Dolan afirma que ao transferir o dinheiro para o fundo, “garantiria uma melhor proteção dos bens de toda reclamação e responsabilidade legal”.
O documento e a resposta do Vaticano fazem parte de milhares de páginas de documentos que a arquidiocese revelou nesta segunda-feira, como parte de um acordo feito com as vítimas de abuso - que processaram a instituição religiosa por fraude.
As vítimas dizem que a arquidiocese transferiu para outras igrejas os padres acusados sem aviso prévio e que encobriu os crimes dos agressores por décadas. Seus advogados acusam a Dolan de esconder o dinheiro quando a Arquidiocese de Milwaukee planejava pedir falência.
 
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sexta-feira, 22 de março de 2013

Ganhador da loteria gasta todo dinheiro e fica com apenas R$ 21 no banco

InfoMoney22/03/2013 - 10h06

Costumo dizer nas minhas aulas de Matemática Financeira que o dinheiro que vem fácil, vai fácil. Quem construiu um Patrimônio durante uma vida sabe mantê-lo.  Mais de 95% dos que ganham em loterias voltam a pobreza em pouco tempo. Manter uma fortuna dá trabalho, não é para amadores.

SÃO PAULO - O que você faria se ganhasse na loteria? Se você respondeu que compraria tudo que deseja sem pensar é melhor ficar atento à história de Roger Griffths. O britânico de 42 anos conseguiu gastar cerca de R$ 6 milhões (2 milhões de libras) que ele recebeu de prêmio da Loteria Nacional, em 2005.

Com o dinheiro, o ex-gerente de TI (Tecnologia da Informação), comprou uma mansão, vários carros, entre eles um Porsche, colocou os filhos em uma escola particular, que custa aproximadamente R$ 30 mil por ano, fez algumas viagens, comprou um salão de cabeleireiro para a esposa e investiu em sua banda de rock.

Com a banda, ele gravou um CD que vendeu apenas 600 cópias, enquanto com o salão, ele teve prejuízo de cerca de R$ 12 mil por semana. Com isso, Griffths se viu obrigado a retirar o dinheiro que havia guardado no banco. Para piorar a situação, a casa da família foi incendiada, obrigando-os a se mudarem para outro imóvel que era utilizado como investimento. Somado a isso veio a crise financeira. "Minha sorte acabou quando eu ganhei na loteria", disse em entrevista ao jornal "Daily Mail".

Os problemas financeiros foram um dos motivos que levaram o britânico a se separar da esposa. Hoje, ele mora com os pais e afirma ter apenas R$ 21 no banco."Eu tinha tudo. Eu sinto vergonha de dizer isso, mas eu não fui inteligente o suficiente", lamenta.



Disponivel em: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2013/03/22/ganhador-da-loteria-gasta-todo-dinheiro-e-fica-com-apenas-r-21-no-banco.htm

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres


Poucos turistas em visita a Londres imaginariam que as instalações da refinada joalheria Bulgari em New Bond Street têm qualquer conexão com o papa. O mesmo vale para a sede do próspero banco de investimento Altium Capital, na esquina de St. James' Square e Pall Mall.
Mas esses edifícios de escritórios em um dos bairros mais caros de Londres são parte de um surpreendente império secreto de imóveis comerciais do Vaticano.
Por trás de uma estrutura disfarçada por companhias de paraísos fiscais, a carteira internacional de imóveis da igreja foi expandida ao longo dos anos, com o uso de dinheiro pago originalmente por Mussolini em troca do reconhecimento do regime fascista pelo papa, em 1929.
Desde então, o valor internacional desse patrimônio criado com a ajuda de Mussolini vem crescendo até atingir os 500 milhões de libras.
Em 2006, no auge da mais recente bolha imobiliária, o Vaticano investiu 15 milhões de libras desse dinheiro para adquirir o imóvel do nº 30, St. James' Square. Outros imóveis britânicos controlados pela igreja ficam em 168 New Bond Street e na cidade de Coventry. O Vaticano também controla edifícios de apartamentos em Paris e na Suíça.
O aspecto surpreendente da história, para alguns, será o esforço do Vaticano para preservar o sigilo sobre os milhões de Mussolini. O edifício da St. James' Square foi adquirido por uma empresa chamada British Grolux Investment, que detém outros imóveis no Reino Unido.
O registro de empresas britânico não revela os verdadeiros proprietários da empresa e não menciona o Vaticano.
Menciona dois acionistas nominais, ambos proeminentes executivos bancários católicos: John Varley, que até recentemente presidia o Barclays Bank, e Robin Herbert, ex-executivo do banco de investimento Leopold Joseph.
O "Guardian" enviou cartas a ambos perguntando a quem eles representavam, mas não recebeu respostas. A lei britânica permite que os verdadeiros proprietários de uma empresa sejam protegidos por sócios nominais.

BANQUEIRO
Os investimentos com o dinheiro de Mussolini no Reino Unido são controlados hoje, em companhia de outras propriedades europeias e de uma subsidiária de câmbio, por um funcionário do Vaticano em Roma, Paolo Mennini, que opera como banqueiro de investimento do papa.
Mennini comanda uma divisão especial do Vaticano, a divisão extraordinária da Amministrazione del Patrimonio della Sede Apostolica, que administra o chamado "patrimônio da Santa Sé".
De acordo com um relatório do Conselho da Europa no ano passado, que investigou os controles financeiros do Vaticano, os ativos controlados pela divisão de Mennini superam € 680 milhões.
Embora o sigilo quanto à origem fascista da riqueza papal pudesse ser compreensível durante a guerra, o que fica menos claro é o motivo para que o Vaticano tenha continuado a guardar segredo sobre suas propriedades em Londres mesmo depois que sua estrutura financeira foi reorganizada, em 1999.
O "Guardian" perguntou ao representante do Vaticano em Londres, o núncio apostólico Antonio Mennini, por que o papado continuava a manter tanto segredo sobre seus investimentos imobiliários na cidade. Também perguntou em que o papa gastava a receita gerada por eles.
Confirmando sua tradição de silêncio sobre o tema, um porta-voz da Igreja Católica afirmou que o núncio nada tinha a declarar.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1218976-vaticano-e-dono-oculto-de-imoveis-caros-em-londres.shtml

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Queridinho dos brasileiros, título de capitalização é 'roubada', dizem especialistas

Caderneta de poupança, imóveis e títulos de capitalização costumam ser a santíssima trindade para os brasileiros quando se trata de aplicar dinheiro. Mas, enquanto poupança e imóveis são minimamente justificáveis, o título de capitalização é um campeão de críticas entre os especialistas de finanças pessoais.

Títulos de capitalização corrigem o dinheiro guardado pela chamada TR (Taxa Referencial), também usada para a poupança. A poupança, no entanto, oferece a TR e uma parcela de juros a mais (0,5% ao mês, pela regra antiga; 70% da taxa básica de juros, pela regra nova), que faz toda a diferença.
 

R$ 15 mil na poupança X R$ 10.625 nos títulos de capitalização

Caso um poupador tivesse aplicado R$ 10 mil no início de 2007 na caderneta de poupança, poderia sacar pouco mais de R$ 15 mil no final do ano passado, livre de Imposto de Renda, e com folga sobre a inflação do período (o ganho acumulado é de 51,3%). Se a mesma quantia tivesse sido aplicada em títulos de capitalização, seria corrigida apenas pela TR, e o investidor teria o valor de R$ 10.625 ao final dos cinco anos. Isso significa uma variação de apenas 6,25%.

Disponível em: http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2013/01/22/apesar-de-criticas-titulos-de-capitalizacao.htm